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Jornalista Claudio Loetz retorna ao jornalismo impresso com coluna no jornal Folha Metropolitana a partir de abril

O jornalista Claudio Loetz está de volta ao jornalismo impresso. Após tirar um ano sabático, onde aproveitou para realizar viagens e curtir a família, ele topou o desafio de escrever uma coluna mensal para o Jornal Folha Metropolitana e se reconectar com o mercado jornalístico.

Aos 67 anos, o joinvilense se diz motivado para levar suas análises aos leitores da Folha a partir da edição de abril. “Estou vivendo um novo momento. Fiquei muitos anos trabalhando incansavelmente, de domingo a domingo, às vezes 12 horas por dia. Agora, quero curtir a vida e também escrever sobre temas que eu gosto, mas em um ritmo mais leve. Essa proposta foi o que me motivou a fazer parte da equipe da Folha”, afirma.

A trajetória profissional de Claudio Loetz teve início no final dos anos 1970, em São Paulo (SP). Após concluir o curso de Comunicação Social pela Universidade Federal do Paraná, ele se arriscou no Estado de São Paulo e foi contratado para atuar como repórter do Estadão. Fez coberturas importantes nesse período, entre as quais, o Movimento Diretas Já, em 1984, e a morte do presidente Tancredo Neves, em 1985.

O retorno para a sua cidade-natal ocorreu em 1990, quando recebeu um convite do então editor do Jornal A Notícia, Luis Meneghim, para fazer reportagens de economia e política. Loetz aceitou a proposta e, com a sua perspicácia e visão diferenciada, acabou catapultado para o colunismo econômico anos depois.

Em 1999, ele passou a assinar uma coluna diária e continuou assim até março do ano passado, quando deixou o Grupo NSC, detentor do Jornal A Notícia. “Eu vivi muita coisa boa no jornalismo. Fiz entrevistas marcantes, fui reconhecido em premiações e conquistei muitos amigos. Estava com saudades do ofício porque sempre fui mentalmente muito ativo. Precisava desse período de descanso, desse respiro, mas estou de volta e com muita energia”, diz o jornalista, ganhador dos prêmios Fiesc de Jornalismo Econômico em 1998, 2012, 2015 e 2017.

Entre os fatores que fizeram Loetz abandonar a “aposentadoria” e encarar a retomada estão a possibilidade de trabalhar em um ritmo mais leve, se manter conectado com as pessoas e as fontes e estar presente nos grandes acontecimentos. “Eu sinto essa necessidade da interlocução social, mas quero contribuir com um trabalho legal, relevante, algo que realmente faça a diferença”, enfatiza.

Casado com Maria de Lurdes Soares, Loetz tem uma filha – Cristiane, de 43 anos, que reside em São Paulo (SP) – e um neto – André, de 7 anos. O convívio com eles, diz o jornalista, se intensificou no último ano e terá continuidade a partir de agora. “Isso eu não abro mão. Vou continuar viajando e tendo esse contato direto com a minha família. Isso é primordial nesta nova fase da minha vida”, ressalta.

Embora reconheça que vá diminuir o ritmo de trabalho, Loetz quer manter a mesma “pegada” e conduta na produção dos conteúdos. “Um bom jornalista precisa ter conhecimento cultural, ser curioso e gostar de ler muito e sobre tudo. Isso é fundamental e vai continuar moldando o meu trabalho, a minha carreira”, conclui.

Folha

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