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32ª festilha começa no dia 20 com muita gastronomia, cultura e tradição

Do dia 20 a 24 de abril acontece a 32ª Festilha – Festa das Tradições da Ilha de São Francisco do Sul. A programação é toda voltada à valorização da cultura local, contando com muita música, patrimônio histórico e gastronomia da cidade.

O prefeito Godofredo Gomes Moreira Filho, que participou como vice-prefeito  da organização da primeira Festilha, em 1989, ressalta que a festa vai além de comemorar o aniversário da cidade. “É união e alegria. É um momento de celebrar, aprender e reaprender sobre a nossa história, nosso povo e costumes. É valorizar nossos artistas e dar visibilidade a eles. É festejar o amor e carinho por São Chico.”

Neste ano, serão três espaços para as atrações: Pavilhão dos Açores (Aterro da Babitonga), Pavilhão Babitonga (Mercado Público Municipal) e Espaço Cultural Júlia da Costa (Rua Babitonga). No total, serão 17 entidades envolvidas com a parte gastronômica, sendo 13 no Pavilhão dos Açores e quatro no Pavilhão Babitonga.

O Espaço Cultural Júlia da Costa é uma área dedicada ao artesanato local. Os visitantes poderão contar com um espaço moderno, de integração e experiência. Além disso, serão realizadas apresentações típicas do tradicional Boi de Mamão e Terno de Reis.

A diretora-presidente da Fundação Cultural Ilha de São Francisco do Sul (Fucisfs), Mariana Corrêa, fala sobre a experiência da festa. “A Festilha está incorporada na memória afetiva do francisquense. Todos nós carregamos na lembrança os almoços com a família, as comidas típicas, o artesanato, a música, enfim, os momentos que nos unem como povo. Nessa Festilha, nos dedicamos a resgatar essas tradições, que depois de dois anos, já estávamos com saudades”, destaca.

Para o secretário de Turismo Hercílio Corrêa da Silva Netto, esse é um momento para, também, celebrar a vida. “Após um período de tantas perdas por conta da pandemia da Covid-19, procuramos resgatar o ideal de criação da festa, que sempre foi trazer um presente à comunidade francisquense, dando oportunidade de captação de recursos às entidades filantrópicas”, afirma.

O secretário ainda explica que a organização precisou ser cautelosa em relação às aglomerações. “Por isso, infelizmente, não teremos os grandes shows nacionais. Entretanto, a população pode contar com artistas e grupos locais, que, com toda certeza, irão mostrar muito da nossa cultura, assim como foi idealizada a Festilha, há mais de 30 anos.”

A abertura oficial acontece na quarta-feira (20), às 19h, no Pavilhão dos Açores, com a Banda Guarani.

Folha

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